a única Igreja de Jesus Cristo
Agregando Valores

Entenda qual é a única Igreja fundada por Jesus Cristo e a unidade entre os cristãos

Qual é a única Igreja fundada por Jesus Cristo e os apóstolos? A resposta está na própria Bíblia, é a Igreja mais antiga, e todas as outras igrejas que se servem da Bíblia estão utilizando a Palavra de Deus reunida por essa Igreja primitiva. É importante professar a nossa fé e entender porque seguimos a doutrina da Igreja fundada por Jesus Cristo e os apóstolos. Vamos entender essa questão no artigo de hoje.

Qual é a única Igreja fundada por Jesus Cristo?

Utilizaremos como base para responder essa pergunta a Bíblia, livro máximo do cristianismo e o Catecismo da Igreja Católica, documento embasado na Bíblia e escrito sob inspiração do Espírito Santo.

O Catecismo da Igreja Católica, citando trechos Bíblicos nos faz uma importante explicação no parágrafo 730:

Finalmente chega a hora de Jesus. Jesus entrega seu espírito nas mãos do Pai no momento em que com sua morte vence a morte, “ressuscitado dos mortos pela ação gloriosa do Pai” (Rm 6,4), dá imediatamente o Espírito Santo, “soprando” sobre seus discípulos. A partir dessa Hora, a missão de Cristo e do Espírito passa a ser  a  missão da Igreja: “Como o Pai me enviou, também eu vos  envio” (Jo 20,21).

A Santa Igreja Católica Apostólica

O parágrafo 816 do Catecismo é ainda mais claro:

A única Igreja de Cristo […] é a que nosso Salvador, depois de sua Ressurreição, entregou a Pedro para que fosse seu pastor e confiou a ele e aos demais Apóstolos para propagá-la e regê-la. […] Esta Igreja, constituída e organizada neste mundo como uma sociedade, subsiste na Igreja Católica, governada pelo sucessor de Pedro e pelos Bispos em comunhão com ele.

Divisões na Igreja

Prosseguindo, o parágrafo 817 fala das feridas na unidade da Igreja:

Na realidade, “nesta una e única Igreja de Deus, já desde os primórdios surgiram algumas cisões, que o Apóstolo censura com vigor como condenáveis. Divergências mais amplas nasceram nos séculos posteriores. Comunidades não pequenas separaram-se da plena comunhão com a Igreja católica, por vezes não sem culpa de homens de ambas as partes”. As rupturas que ferem a unidade do corpo de Cristo (distinguem-se a heresia, a apostasia e o cisma) não acontecem sem os pecados dos homens:

Onde estão os pecados, aí está a multiplicidade (das crenças), aí o cisma, aí as heresias, aí as controvérsias. Onde, porém, está a virtude, aí está a unidade, aí, a comunhão, em força disso, os crentes eram um só coração e uma só alma.

Orígenes, In Ezechielem Homilia 9, 1: SCh 352, 296 (PG 13, 732).

O pecado da separação e a unidade de todos os cristãos

O parágrafo 818 afirma:

Os que hoje em dia nascem em comunidades que surgiram de tais rupturas “e estão imbuídos da fé em Cristo […] não podem ser acusados do pecado de separação, e a Igreja Católica os abraça com fraterna reverência e amor […] Justificados pela fé recebida no Batismo, estão incorporados em Cristo, e por isso, com razão, são honrados com o nome de cristãos e merecidamente reconhecidos pelos filhos da Igreja católica como irmãos no Senhor.

E finalizamos com o parágrafo 819:

Além disso, “muitos elementos de santificação e de verdade existem fora dos limites visíveis da Igreja Católica como a palavra escrita de Deus, a vida da graça, a fé, a esperança, a caridade, outros dons interiores do Espírito Santo e outros elementos visíveis”. O espírito de Cristo serve-se dessas Igrejas e comunidades eclesiais como meios de salvação, cuja força vem da plenitude de graça e de verdade que Cristo confiou à Igreja Católica. Todos esses bens provêm de Cristo e a ele conduzem e “impulsionam para a unidade católica”.

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