Santa Faustina
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Santa Faustina – O Terço da Misericórdia e o silêncio

Santa Maria Faustina Kowalska deixou para nós um diário em que narra principalmente a Divina Misericórdia e Nosso Senhor. Hoje entenderemos o Terço da Misericórdia e também compartilharemos um trecho em que a santa fala sobre as almas tagarelas.

Já fizemos outro artigo sobre a Hora da Divina Misericórdia e você pode conferir aqui.

O Terço da Misericórdia

Em seu Diário, Santa Faustina narra que viu o anjo executor da ira de Deus pronto para atingir a terra, especialmente em um determinado lugar que ela não revelou. Em instantes, a santa começou a suplicar a Deus pelo mundo com palavras ouvidas interiormente.

No dia seguinte, o Senhor disse interiormente à santa: “Toda vez que entrares na capela, reza logo essa oração que te ensinei ontem. (…) Primeiro dirás o Pai-Nosso, a Ave-Maria e o Creio. Depois, nas contas do Pai-Nosso, dirás as seguintes palavras: ‘Eterno Pai, eu Vos ofereço o Corpo e Sangue, a Alma e a Divindade de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e dos do mundo inteiro’. Nas contas da Ave-Maria rezarás as seguintes palavras: ‘Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro’. No fim, rezarás três vezes estas palavras: ‘Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro’.

Em outro trecho, Nosso Senhor se comunica nesses termos com Santa Faustina:

“Às três horas da tarde implora à Minha Misericórdia, especialmente pelos pecadores, e, ao menos por um breve tempo, reflete sobre a Minha Paixão, especialmente sobre o abandono em que Me encontrei no momento da agonia. Esta é a hora de grande Misericórdia para o mundo inteiro. Permitirei que penetres na Minha tristeza mortal. Nessa hora nada negarei à alma que Me pedir em nome da Minha Paixão.”

O Terço da Misericórdia deve ser rezado às 3 horas da tarde, junto com uma meditação sobre a Paixão de Jesus Cristo. Pedindo em nome da Sua Paixão, as graças serão atendidas.

Jesus Misericordioso

Você tem uma alma tagarela?

Santa Faustina, em outro ponto do Diário, nos aconselha com muita sabedoria sobre a importância do silêncio para o encontro pessoal com Deus:

“O silêncio é como a espada na luta espiritual; a alma tagarela nunca atingirá a santidade. Essa espada do silêncio cortará tudo que queira apegar-se à alma. Somos sensíveis à fala e, sendo sensíveis, logo queremos responder; não levamos em conta se é da vontade de Deus que falemos. A alma silenciosa é forte; nenhuma adversidade a prejudicará, se perseverar no silêncio. A alma recolhida é capaz da mais profunda união com Deus, ela vive quase sempre sob a inspiração do Espírito Santo. Deus opera sem obstáculo na alma silenciosa”.

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